Pastoral de Conjunto: que todos sejamos um!

Pastoral de Conjunto: que todos sejamos um!

Jesus sendo Deus não quis prescindir do homem. Ele escolheu discípulos, pessoas humanas, que pudessem colaborar com Ele na Sua Obra de Salvação (Mt 10,1-31).

Quando os deu a conhecer Sua Palavra, Seus ensinamentos, revelando assim Sua Pessoa, lhes confiou a missão de anunciar o Reino de Deus. Enviava-os dois a dois (Mc 6,7; Lc 10,1).

Deus tem a preocupação de que nós não estejamos sós; primeiramente nos chama a Si, razão e fonte de vida; depois, nos mostra a necessidade de estarmos com os outros, para vivermos a comunhão de vida, e levá-lo aos demais, descobrindo a necessidade da relação, que é algo próprio do ser humano, e que esta relação seja pelo serviço na caridade, fonte de comunhão com Deus e com os irmãos.

A partir do serviço na caridade é que entendemos e, pela graça de Deus, conseguimos praticar a nossa vida de Igreja, que é viver a Comunhão. A comunhão ou unidade não significa uniformidade – todos serem a mesma pessoa, com as mesmas características – mas a união da diversidade que temos ou somos (pelo mesmo ideal, pela mesma causa). Por isso, Jesus rezou por nós para que fôssemos um: “Pai, que eles sejam um como Eu e o Senhor somos um” (Jo 17,11).

Assim, em Comunhão com toda a Igreja e, de forma particular com nossa Diocese, queremos colocar em prática, de forma convertida e decisiva a vivência da Pastoral de Conjunto, que não é um conjunto de pastorais, mas uma forma de se viver esta unidade nos serviços elaborados em nossa comunidade, nos unindo como irmãos (preocupando-nos com as atividades das demais pastorais, ajudando-os, conhecendo-os para poder sentir a importância de seu trabalho na Comunidade) e priorizando os momentos de atividades em comum (as atividades para todos de nossa Paróquia e de nossa Diocese, como foi na Unidade Diocesana, ocorrida no mês de Agosto), colocando até em segundo plano as nossas atividades pastorais individuais, que são importantes, mas que só terão sentido, se nos convencermos de que o que recebemos e para que fomos chamados na Igreja a servir, só terá sentido se priorizarmos o bem comum, se pensarmos no todo, pois o Corpo só funcionará bem, se cada membro estiver bem ajustado no mesmo Corpo. Assim sendo, seremos mais fortes e demonstraremos ao mundo que somos a Igreja do Senhor, Povo que ama (e serve porque ama), porque acredita e se sente amado por Deus.


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